EDUCAÇÃO AMBIENTAL E EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EM CONTEXTOS COMUNITÁRIOS VULNERÁVEIS

Resumo

A educação ambiental não formal é um tema de grande relevância, especialmente em comunidades carentes, onde a realidade socioeconômica limita o acesso ao conhecimento e à informação. Esses territórios frequentemente enfrentam desafios como falta de infraestrutura, escassez de recursos e vulnerabilidade social, fatores que impactam negativamente tanto o meio ambiente quanto a saúde da população. Este artigo tem como objetivo realizar um levantamento na literatura e analisar trabalhos referentes à educação ambiental não formal, buscando contribuir com essa vertente de pesquisa e com práticas coletivas voltadas ao cuidado ambiental. Para isso, foi realizada uma busca na base de dados SciELO, utilizando os seguintes descritores: “educação ambiental não formal” e “educação e cidadania ambiental”. Foram encontrados 33 artigos, dos quais 12 foram selecionados para análise. Os resultados indicam a necessidade de fortalecer a educação ambiental não formal, pois ela se apresenta como um instrumento fundamental para a construção de uma consciência crítica e reflexiva acerca das questões ambientais. Diferentemente da educação formal desenvolvida em espaços escolares e orientada por currículos predefinidos, a educação ambiental não formal ocorre em diversos contextos comunitários, por meio de associações, organizações não governamentais e projetos sociais. Essa abordagem prática e contextualizada possibilita uma interação direta com as realidades locais e favorece a formação de coletivos que compartilham conhecimentos e valores ambientais.

##plugins.generic.usageStats.downloads##

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Cicero Santos da Silva

Doutor em Desenvolvimento Local pelo Centro Universitário Augusto Motta, UNISUAM, Rio de Janeiro, RJ. Servidor Efetivo da Câmara Municipal de Barbalha, CE.

Adalgiza Mafra Moreno

Doutora em Ciências Cardiovasculares. Coordenadora de Pesquisa da Universidade Iguaçu. Pesquisadora do Mestrado em Vigilância em Saúde da Universidade Iguaçu. Líder do Grupo de Pesquisa do CNPq “Saúde e Envelhecimento”, GPqSE da Universidade Iguaçu. Pesquisadora da Universidade Salgado de Oliveira, UNIVERSO.

Reis Friede

Desembargador Federal, ex-Presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (biênio 2019/21), Doutor em Direito Público. Pesquisador e Professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO.  Pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Gestão do Trabalho e Qualidade do Ambiente Construído da Universidade Santa Úrsula (USU). Pesquisador da Universidade Iguaçu. Membro do Grupo de Pesquisa do CNPq “Populações Vulneráveis e Direito” da Universidade Iguaçu.

Maria Geralda de Miranda

Pós doutora em Políticas Públicas e Formação Humana pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Pesquisadora do Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Local do Centro Universitário Augusto Motta, UNISUAM, Rio de Janeiro, RJ. Pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Periferias da Universidade Santa Úrsula (USU). Pesquisadora da Universidade Iguaçu. Membro do Grupo de Pesquisa do CNPq “Populações Vulneráveis e Direito” da Universidade Iguaçu.

Publicado
2026-06-11
Como Citar
DA SILVA, Cicero Santos et al. EDUCAÇÃO AMBIENTAL E EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EM CONTEXTOS COMUNITÁRIOS VULNERÁVEIS. Revista da Seção Judiciária do Rio de Janeiro - Auditorium, [S.l.], v. 30, n. 64, p. 279-300, jun. 2026. ISSN 2177-8337. Disponível em: <http://revistaauditorium.jfrj.jus.br/index.php/revistasjrj/article/view/932>. Acesso em: 12 jun. 2026. doi: https://doi.org/10.30749/2177-8337.v30n64p279-300.
Seção
Dossiê “DIREITO E VULNERABILIDADE SOCIAL”